Requerimento nº 227 de 2026
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Requerimento
Ano
2026
Número
227
Data de Apresentação
20/03/2026
Número do Protocolo
Tipo de Apresentação
Texto Original
Numeração
Outras Informações
Apelido
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Regime Tramitação
Ordinário
Em Tramitação?
Sim
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Requer do Prefeito informações acerca dos protocolos, fluxos de atendimento e eventual agendamento para a realização de testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis - ISTs na rede pública municipal de saúde de Foz do Iguaçu, conforme especifica.
Indexação
informações acerca dos protocolos, fluxos de atendimento e eventual agendamento para a realização de testes rápidos de Infecções Sexualmente Transmissíveis - ISTs na rede pública municipal de saúde de Foz do Iguaçu:
1- Quais são os protocolos atualmente adotados pela Secretaria Municipal de Saúde para a realização de testes rápidos de ISTs nas unidades da rede municipal?;
2- Os testes rápidos para detecção de HIV, Sífilis, Hepatite B e Hepatite C são ofertados por demanda espontânea nas Unidades Básicas de Saúde? Em caso negativo, justificar;
3- Há exigência de agendamento prévio para a realização de testes rápidos de ISTs nas unidades da rede municipal? Em caso positivo, esclarecer em quais unidades ocorre essa prática; quais os critérios técnicos ou administrativos que justificam o agendamento e qual o tempo médio de espera entre o agendamento e a realização do teste;
4- Existe orientação formal da Secretaria Municipal de Saúde quanto à priorização do atendimento imediato para testagem rápida de ISTs? Em caso positivo, encaminhar cópia do documento normativo;
5- Os profissionais de saúde da atenção primária recebem capacitação específica quanto à importância da testagem oportuna, especialmente considerando a janela imunológica? Informar periodicidade e conteúdo das capacitações;
6- Qual a quantidade de testes rápidos de ISTs realizados na rede municipal nos últimos 5 (cinco) anos, discriminados por tipo de infecção e por unidade de saúde?;
7- O Município dispõe de insumos suficientes (testes rápidos) para atendimento da demanda espontânea da população? Em caso negativo, informar as limitações existentes;
8- Como se dá a articulação entre as Unidades Básicas de Saúde e os serviços especializados, como o Centro de Testagem e Aconselhamento – CTA, para a realização de testes rápidos?;
9- O Município realiza a notificação compulsória dos casos confirmados e/ou suspeitos de ISTs, nos termos das normas vigentes do Ministério da Saúde? Descrever o fluxo adotado;
10- Qual o número de notificações registradas no SINAN, nos últimos 5 (cinco) anos, relativas a HIV, Sífilis e hepatites virais no Município de Foz do Iguaçu?;
11- Há estudos, relatórios ou indicadores internos que apontem possível subnotificação de casos de ISTs no Município? Em caso positivo, apresentar os dados e análises disponíveis;
12- Os profissionais da rede municipal de saúde recebem capacitação específica quanto à obrigatoriedade e à correta alimentação do SINAN? Informar periodicidade, conteúdo e número de profissionais capacitados;
13- A prática de agendamento prévio para a realização de testes rápidos de ISTs adotada em unidades da rede municipal de saúde encontra-se em conformidade com os protocolos, diretrizes e recomendações do Ministério da Saúde? Em caso positivo, indicar expressamente os fundamentos técnicos e normativos que a respaldam; em caso negativo, informar as medidas que serão adotadas para adequação das práticas assistenciais às diretrizes.
1- Quais são os protocolos atualmente adotados pela Secretaria Municipal de Saúde para a realização de testes rápidos de ISTs nas unidades da rede municipal?;
2- Os testes rápidos para detecção de HIV, Sífilis, Hepatite B e Hepatite C são ofertados por demanda espontânea nas Unidades Básicas de Saúde? Em caso negativo, justificar;
3- Há exigência de agendamento prévio para a realização de testes rápidos de ISTs nas unidades da rede municipal? Em caso positivo, esclarecer em quais unidades ocorre essa prática; quais os critérios técnicos ou administrativos que justificam o agendamento e qual o tempo médio de espera entre o agendamento e a realização do teste;
4- Existe orientação formal da Secretaria Municipal de Saúde quanto à priorização do atendimento imediato para testagem rápida de ISTs? Em caso positivo, encaminhar cópia do documento normativo;
5- Os profissionais de saúde da atenção primária recebem capacitação específica quanto à importância da testagem oportuna, especialmente considerando a janela imunológica? Informar periodicidade e conteúdo das capacitações;
6- Qual a quantidade de testes rápidos de ISTs realizados na rede municipal nos últimos 5 (cinco) anos, discriminados por tipo de infecção e por unidade de saúde?;
7- O Município dispõe de insumos suficientes (testes rápidos) para atendimento da demanda espontânea da população? Em caso negativo, informar as limitações existentes;
8- Como se dá a articulação entre as Unidades Básicas de Saúde e os serviços especializados, como o Centro de Testagem e Aconselhamento – CTA, para a realização de testes rápidos?;
9- O Município realiza a notificação compulsória dos casos confirmados e/ou suspeitos de ISTs, nos termos das normas vigentes do Ministério da Saúde? Descrever o fluxo adotado;
10- Qual o número de notificações registradas no SINAN, nos últimos 5 (cinco) anos, relativas a HIV, Sífilis e hepatites virais no Município de Foz do Iguaçu?;
11- Há estudos, relatórios ou indicadores internos que apontem possível subnotificação de casos de ISTs no Município? Em caso positivo, apresentar os dados e análises disponíveis;
12- Os profissionais da rede municipal de saúde recebem capacitação específica quanto à obrigatoriedade e à correta alimentação do SINAN? Informar periodicidade, conteúdo e número de profissionais capacitados;
13- A prática de agendamento prévio para a realização de testes rápidos de ISTs adotada em unidades da rede municipal de saúde encontra-se em conformidade com os protocolos, diretrizes e recomendações do Ministério da Saúde? Em caso positivo, indicar expressamente os fundamentos técnicos e normativos que a respaldam; em caso negativo, informar as medidas que serão adotadas para adequação das práticas assistenciais às diretrizes.
Observação